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Vale começa a operar com caminhões autônomos no Complexo de Carajás

Atualizado: 22 de nov. de 2021

Até o final de 2021, Carajás deverá ganhar outros quatro caminhões autônomos, somando um total de dez, disse a Vale

A mineradora Vale iniciou na véspera a operação de seus primeiros seis caminhões fora de estrada autônomos no importante Complexo de Carajás, no Pará, ampliando o uso da tecnologia já empenhada em Minas Gerais que dispensa a presença de operadores dentro das cabines, em busca de mais segurança, ganhos operacionais e ambientais.


Em Carajás, onde está o maior complexo produtor de minério de ferro da Vale, a expectativa é de ganho de produtividade com os gigantes caminhões autônomos, pela “operação mais eficiente e estável”, mas a companhia considera que projeções sobre um aumento de produção com o equipamento dependem de vários outros fatores.




Esses novos transportadores de minério de ferro –com quase o dobro da altura e mais que o triplo da largura de um veículo convencional– vão operar ao lado caminhões não-autônomos na região de Carajás, que conta atualmente com uma frota de cerca de 120 unidades.


“O principal objetivo do projeto é realmente trazer segurança… A gente embarca tecnologia dentro dos caminhões, com o objetivo de tirar as pessoas do risco inerente”, disse Bemfica, em entrevista por videoconferência, pontuando que os caminhões também entregam resultados operacionais e ambientais.

Questões de segurança envolvendo a Covid-19 também foram consideradas para o início da operação comercial dos caminhões autônomos, inicialmente prevista para o final do primeiro semestre de 2020, conforme a Reuters reportou em 2019.

“A Vale assumiu o compromisso de reduzir emissões de carbono. Os autônomos são uma excelente alavanca para isso”, acrescentou Bemfica.




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